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"VOCÊS VIRAM O MEU CÃO?" - Companhia Certa (Portugal)

Sábado 21 mar 20:00h Teatro en Portugués - 60 min. (+14) ¿Han visto a mi perro? Con esta pregunta se inicia esta comedia y es esta pregunta la que da nombre a este espectáculo. Un espectáculo repleto de humor, corrosivo y pleno de sarcasmo como corresponde a cualquier tragicomedia que se precie.

"VOCÊS VIRAM O MEU CÃO?" - Companhia Certa (Portugal)
"VOCÊS VIRAM O MEU CÃO?" - Companhia Certa (Portugal)

Horario y ubicación

21 mar 2026, 20:00

Valladolid, C. Coinvasa, 12, 47009 Valladolid, España

Acerca del evento


Sinopsis "VOCÊS VIRAM O MEU CÃO? / ¿HAN VISTO A MI PERRO?"


PORTUGUÉS:

E com esta pergunta que se inicia esta comédia e é esta pergunta que dá o nome a este espetáculo. Um espetáculo repleto de humor, altamente corrosivo e pleno de sarcasmo como convém a qualquer tragicomédia que se preze!

Uma comédia onde o trágico é, a gargalhada que se nos solta ao olharmos para nós mesmos, enquanto elementos – perfeitamente integrados – de uma sociedade vincadamente estratificada.

Uma estória, feita de muitas estórias surreais – ou talvez não – de um quotidiano que nos é absurdamente próximo – ou talvez não -, que nos é contada por um personagem que parece não fazer sentido – ou talvez sim -.

“Vocês viram o meu cão?”

O texto original de Victor M Sant’Anna de 1999, “Vocês viram meu cachorro?” é um texto absolutamente atual e politicamente comprometido com o Ser Humano e o seu direito inalienável à dignidade, em que a sua estrutura dramática nos remete para uma linguagem característica, do Teatro do Absurdo, do Nonsense e do Surrealismo.

Na tradução, do português do Brasil para o de Portugal, procurou-se preservar toda a essência do texto original numa adaptação à realidade política e social do Portugal contemporâneo.

“Vocês viram o meu cão?”

É um espetáculo com uma linguagem de encenação: fresca, arejada, divertida e que assenta a sua estrutura nas bases do Teatro do Absurdo, que recorre ao minimalismo com o sentido de desprender a atenção do espectador de qualquer outro foco que não seja o ator e o seu trabalho, que transporta o espectador para um universo poeticamente surreal.

“Vocês viram o meu cão?”

É uma tragicomédia: hilariante e corrosiva, divertida e inquietante, leve e sufocante, que nos é próxima e – talvez – não distante, à qual ninguém vai ficar indiferente!


CASTELLANO:

¿Han visto a mi perro? Con esta pregunta se inicia esta comedia y es esta pregunta la que da nombre a este espectáculo. Un espectáculo repleto de humor, altamente corrosivo y pleno de sarcasmo como corresponde a cualquier tragicomedia que se precie.

Una comedia donde lo trágico es la risa que se nos escapa al mirarnos a nosotros mismos, mientras elementos – perfectamente integrados – de una sociedad marcadamente estratificada.

Una historia, hecha de muchas historias surrealistas – o quizás no – de una cotidianidad que nos es absurdamente cercana – o quizás no – que nos es contada por un personaje que parece no tener sentido – o quizás sí.

“¿Han visto a mi perro?”

El texto original de Victor M Sant’Anna de 1999, “¿Han visto a mi perro?” es un texto absolutamente actual y políticamente comprometido con el Ser Humano y su derecho inalienable a la dignidad, en el que su estructura dramática nos remite a un lenguaje característico del Teatro del Absurdo, del Nonsense y del Surrealismo.

En la traducción, del portugués de Brasil al de Portugal, se buscó preservar toda la esencia del texto original en una adaptación a la realidad política y social del Portugal contemporáneo.

“¿Han visto a mi perro?”

Es un espectáculo con un lenguaje de escenificación: fresco, aireado, divertido y que asienta su estructura en las bases del Teatro del Absurdo, que recurre al minimalismo con el sentido de desprender la atención del espectador de cualquier otro foco que no sea el actor y su trabajo, que transporta al espectador a un universo poéticamente surrealista.

“¿Han visto a mi perro?”

Es una tragicomedia: hilarante y corrosiva, divertida e inquietante, ligera y sofocante, que nos es cercana y – quizás – no distante, ¡a la que nadie podrá permanecer indiferente!


Ficha artística


Texto: Victor M. Sant’Anna

Encenação e Interpretação: Eduardo Faria

Assistência de Encenação: Ana Lídia Pereira

Cenário e Figurinos: Joana Soares

Ruído Sonoro: Eduardo Faria

Desenho de Luz: Eduardo Faria e José Raposo

Produção: Joana de Sousa

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